Bogotá e as surpresas que a cidade dá
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Bogotá e as surpresas que a cidade dá

Bogotá, a capital bacana da América do Sul

Bogotá, já sou sua fã. Não é segredo pra mim que eu me apaixonei pela Colômbia, né? Se você acompanha o blog (e já tem meu amor eterno) deve ter visto que desde Cali eu já sabia que o país seria promissor.

Por sinal, se quiser acompanhar a tragetória pela Colômbia desde o início, dá uma olhada no primeiro post colombiano contando quando entramos no país pelo Equador e conhecemos o Santuário de Las Lajas em Ipiales.

Bem, voltando ao nosso assunto principal: Bogotá! Menina(o) tenho que dizer que já acho que fiquei pouco tempo na cidade, teria ficado mais.




Nós tínhamos uma passagem comprada para passar o fim do ano no Brasil. Como estávamos perto e o aniversário do pai do Edu é dia 31 de dezembro, resolvemos que seria uma boa ir passar o fim de ano com as famílias.

Era pra termos chegado antes na cidade, mas tivemos o perrengue da Venezeula. Não soube? Dá uma olhada no post com toooodos os perrengues. Saca só: Venezuela, fronteiras fechadas e um dia a pão e água.

Enfim, acabamos chegando em Bogotá dia 16 e nosso voo seria dia 19. Ao mesmo tempo, quando estávamos em Cartagena, vimos uma viagem de barco que sai de lá pro Panamá. E com isso, acabamos comprando. Então voltaríamos do Brasil no dia 09 de janeiro e dia 12 saía nosso barco.

Ou seja, não tivemos mesmo muito tempo em Bogotá, então não fiz várias coisas que imagino que a cidade proposrciona. Mas só esse pequeno tempo, já foi suficiente pra gostar muito de lá. Bora conhecer mais de Bogotá? Vem comigo.

Onde ficar em Bogotá?

Como ficaríamos poucos dias na cidade, fiz uma pesquisa e vi que valeria mais a pena ficar em hotel. Como tenho um programa de fidelidade da rede Accor, acabamos ficando no Ibis ao lado do Museo Nacional.

A localização é ótima, porque está perto de tudo. Ele fica meio que de ladinho da Carrera 7, que é uma via grande e principal. Nessa rua existe um ponto do Transmilênio, o sistema de ônibus deles semelhante ao Metro de Lima.

De um lado do hotel tem o Museo Nacional e do outro lado têm a Plaza de Toros, que estava fechada e dia desses (agora em Fevereiro de 2017) rolou um ataque com bomba lá. A praça estava fechada quando estivemos por lá, e na verdade, não é o tipo de lugar que me dá vontade de conhecer.

Além disso, na frente do hotel existem dois restaurantes bem bons e na esquina, bem ao lado, tem uma pizzaria Archie’s que nos salvou num dia em que tudo já estava fechado.

Saindo do hotel, na ruaao lado, diversos outros restaurantes estão a diposição. Um deles eu não conseguia olhar sem dar uma risadinha. Por que? Bem, por isso:

Sobre o hotel não tem muito mistério, é Ibis. Igual em todo o lugar. Esse é o Ibis Hotel, que tem bar/restuarante no lobby. Internet tranquilíssima, cama confortável e conseguimos um quarto mais pro alto que dava uma vista bem legal da Carrera 7.

Da Colômbia para o Peru e Brasil num só lugar

No segundo dia que estávamos por Bogotá, lá fui eu catar uma lavanderia self-service. Achei uma que ficava em oooutro bairro e lá fui eu. Quando estava saindo do hotel, passei por uma rua que tinha alguns cafés bem bacanas.

Quando a noite caiu e a fome bateu, a gente foi pra esse lado pra ver o que tinha perto dos cafés e nessa descobrimos a Carrera 4. Nessa rua, e em algumas transversais, você vai encontrar restaurantes de todos os lugares.

Desde restaurante de cozinha peruana até lugares de comida brasileira tocando uma MPB. Jantamos por lá mais de uma vez. A rua é muito charmosa e com diversas opções interessantes. É um ótimo lugar para curtir o final do dia. =)

Mas não ficamos só do lado do hotel. Em outra noite saímos pra passear pela Carrera 7 e encontrar um restaurante que ficava no topo de um prédio e parecia ter uma vista sensacional.

Luzes do natal onde se lê a palavra Bogotá

Estávamos em Bogotá bem perto do Natal e chegamos alguns dias após inaugurarem o Natal de Luzes da cidade. A Carrera 7 estava toda decorada, cheia de iluminação e pessoas andando pra lá e pra cá. Tipo o pessoal quando ia ver a Árvore da Lagoa, ou a decoração do Bradesco em São Paulo.

Por fim, chegamos ao Centrico, esse bar/restaurante que fica no 42 andar de um prédio. Realmente a vista lá de cima é incrível, mas é preciso fazer reserva com antecipação. Então não tinha nenhuma mesa na janela. Acabamos tomando um drink (caro pro que era, obviamente) e fomos embora.

Vale a pena conhecer pela vista, então não esqueça de ligar antes e fazer reserva. =)

Usaquén e o encontro de três des-conhecidos

Eu participo de vários grupos do Facebook voltados para mulheres. São grupos específicos. Tem o que falam de coletor menstrual, outro que é sobre contracepção não-hormonal e tem um que é mais abrangente e trata sobre tudo.

Estava eu vendo alguma postagem e comentei algum comportamento que vi em Barranquilla. Uma menina veio me perguntar se eu morava lá. Expliquei que estava viajando e ela disse que morava em Bogotá, como você imagina ela é brasileira. Oi, Alyni!! \o/

Falei que passaria pela cidade e combinamos de nos encontrar quando estivesse por lá. E então, eu estava por lá!

Combinamos de almoçar num domingo e ela sugeriu nos encontrarmos num bairro que chama Usaquén, onde tem uma feirinha de artesanato e antiguidades. E lá fomos nós.

Pegamos um ônibus na Carrera 7 e quando subimos no o motorista não aceitou nosso dinheiro, disse que só poderíamos passar com o cartão, que obviamente não tínhamos. Por fim, uma senhora nos “emprestou” o cartão dela e passou pra gente. Nós pagamos pra ela e ficou tudo certo.

Usaquén é realmente um bairro muito simpático e ótimo para passear numa tarde desocmpromissada. Nos encontramos por lá com a Alyni e o Diego, com que ela é casada. Escolhemos um restaurante para almoçar e conversar.

Experimentei a sopa típica de Bogotá: Ajiaco. É uma sopa com galinha, batatas, um pedação de milho e que vem com alcaparras e creme de leite para colocar se quiser. Bem gostosa!

Os colombianos adoram sopa…e eu também! rs Em Bogotá estava frio e a sopa caiu super bem, mas eles tomam sopa em todos as cidades, mesmo as mais quentes como Cartagena. Acho que é uma questão de que sopa rende mais, é mais barata pra fazer e por isso é bem popular.

Bem, estávamos lá papeando e o Diego comentou que trabalha no McDonald’s e que fala com muita gente no Brasil por conta da agência deles ser a DM9 em São Paulo. Daí eu falei que um amigo que trabalhou comigo numa agência e que já tinha trabalhado com o Edu, chegou a trabalhar um tempinho na DM9.

Falei o nome do amigo e o Diego: “O Caco?!?” Pois é, esse amigo de São Paulo (Oi, Antunes!) tnha trabalhado na DM9 e era o contato direto do Diego! Mundo pequeno? Como diz o Edu: a renda que é concentrada. rs

Foi uma ótima tarde e divertida! Adoro conhecer pessoas novas e a Alyni ainda é apaixonada por fotografia, assim como eu. Ela tá se profissionalizando e fotografa super bem. Saca só as fotos dela aqui. =)

Até tiramos uma foto pra mandar pro Antunes, o tal amigo que conhecia três dos quatro presentes…hahaha

Da esquerda pra direita: eu, Edu, Alyni e Diego.
Da esquerda pra direita: eu, Edu, Alyni e Diego.

O último teleférico e Morro de Monserrate

Além de toda a parte cultural de uma grande metrópole existem as grandes arquiteturas e parte mais antiga da cidade. Lá de baixo da Carrera 7 dava pra ver um morro bem alto e lá em cima do morro (tem três copo de veneno..rs) uma igreja.

Perguntei aqui e ali e descobri que era o Morro de Monserrate. Parecia uma boa ideia e lá fomos nós conhecer.

Para subir até lá existe um teleférico. Dava pra subir por teleférico ou funicular. A fila do teleférico estava gigante e subimos pelo funicular, que é um grande trilho único em que a cabine sobe. Ele vai bem, até que entra no túnel já mais pro final e não ãse vê nada. Por isso a fila estava pequena…rs

Bem, chegando lá em cima…que decepção. A vista é interessante, mas de resto é um local para ir comer e ver artesanato. Em termos de arquitetura ou história, não dá pra ver muita coisa.

Acho que o melhor é ir a noite, comer uma comida típica, tomar uma cerveja e observar Bogotá iluminada. De dia não valeu a pena. Na verdade achei bem armadilha de turista, viu? rs

Se for pra ver a parte mais histórica e bacana, o melhor é ir passear até o centro histórico e ver também o Palácio Presidencial, que é gigantesco! Essa parte sim é bem bonita. =)

Em um dia estávamos meio cansados e queríamos fazer algo mais de leve. Resolvemos então pegar o Transmilênio e ir até um cinema num bairro mais longe. Assistimos LA LA Land… <3

E nessas vimos que daria pra ir pro aerporto pelo Transmilênio…e foi o que fizemos! Muito prático e econômico. Além disso não demorou quase nada! Eu tô fazendo uma coleção proletária de cartões de busão…hahaha O de lá custou 3 mil pesos só o cartão. Depois é só carregar com o valor que quiser. A passagem é barata e os ônibus são ótimos.

Se estiver em Bogotá, esquece táxi. Dá pra se virar perfeitamente só com transporte público. \o/

Quero voltar um dia em Bogotá com calma pra explorar tudo que a cidade tem. A impressão que tive é que ficou muita coisa pra ser vista…já estou com saudades. Ainda mais do friozinho que tava mó bom! rs

Próxima parada: Panamá. E como quase morremos no mar…pois é…rs

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Margot

Quando minha vida saiu dos trilhos percebi que podia ir pra qualquer lugar. Virei mochileira depois dos 30 e criei o blog pra contar sobre essa aventura.

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