Como foi assistir a um musical na Broadway

Um sonho realizado: assistir um musical na Broadway

Times Square e Broadway
Times Square e Broadway

O que toda Diva (que se preze) gosta? Pois é: musicais! Eu não sou exceção. A-D-O-R-O musicais. E assistir a um musical na Broadway sempre foi um sonho meu. E consegui realizar nessa viagem.

Já posso adiantar que valeu cada centavo e que curti muito! Se pudesse teria vistos muitos outros, mas esse é mais um daqueles programas turísticos…ou seja, caro! Por isso, escolhemos (eu, minha mãe e minha sogra) um que todas achamos que iríamos gostar e lá fomos nós.

Chega de lenga, lenga e vamos ao que interessa. 😉

Como fazer para assistir aos musicais da Broadway

Se você estiver visitando Nova York com o tempo contado, é bom comprar os ingressos com antecedência. Nós decidimos ir ao musical assim, de sopetão. Então, compramos o ingresso uns dois dias antes da sessão.

Como nós tínhamos flexibilidade de horário, decidimos pegar uma sessão a tarde, bem cedo. E isso faz com que o valor dos ingressos sejam bem mais baratos. #FicaADica

O musical que optamos assistir? O Rei Leão! Além de eu ter um histórico com esse filme (tinha uma época quando eu era criança que eu assistia umas 5 vezes por dia), eu sempre ouvi falar muito bem da produção e também achei que seria um musical mais fácil da minha mãe e a mãe do Edu assimilarem.

Além desse, cogitamos também o Aladin, mas não tinha dúvidas que Rei Leão seria mais bacana. Claro, se eu pudesse teria assistido pelo menos um mais: Rent! Mas, fica pra próxima.

Claro, também veria Chicago, O Fantasma da Ópera…na verdade, veria todos! hahaha

Bem, escolhido o musical, entrei no site do próprio musical e comprei os ingressos com o cartão de crédito. Depois era só retirar na bilheteria um pouco antes da sessão. Mas, se você não tem uma ideia fixa, pode acessar esse site e ver tudo que está em cartaz por lá.



Eu comprei sem taxas de entrega porque optei por buscar lá mesmo. Acho que deve ter essa opção para os outros musicais também. O que aconselho é: compre diretamente e com antecedêcnia. Assim você economiza muito!

Pois bem, ingressos comprados era hora de ir assistir ao Rei Leão! <3

Afinal, onde fica e como é a Broadway?

Placa de Avenida da Broadway

Pois bem, a Broadway é uma região de Manhattan onde ficam concentrados os teatros que servem de palco para os musicais. A avenida existe desde 1811, ou seja, ela não segue o perfil de grade da urbanização da cidade.

Hoje em dia, também existem alguns teatros que estão ao redor, e não necessariamente na avenida. Mas é tudo ali no miolo bem ao lado da Times Square.

Lá é bem cheio, afinal é um lugar turístico e mesmo quem não vai assistir a algum musical, vai pra conhecer. É bacana ver algumas das fachadas originais dos antigos teatros, mas há muito telão, coisas piscando…é tumultuado, mas é divertido.

No saguão do teatro em que estava o Rei Leão a vista da Times Square era bem bacana. A melhor: de cima, longe da muvuca! hahahaha

Teatro com o musical Rei Leão
Teatro com o musical Rei Leão

Comer pela Broadway é impossível. Nós fizemos um dia de turistão: primeiro visitamos a Estátua da Liberdade e depois seguimos para o Rei Leão. Chegamos mais cedo pra pegar os ingressos e achamos que teríamos tempo de almoçar…lêdo engano.

Estava tudo cheio! Muito. Então, no fim, comemos um bagel com Coca-Cola numa mercearia pra segurar a fome até o musical acabar. Logo, coma longe de lá, porque por lá será impossível.

No mais é um local agitado e com muito turista. Prepare-se para disputar espaço na calçada para conseguir andar. Mas, todo tumulto valeu a pena.

O Rei Leão: um verdadeiro espetáculo

Olha, não é porque eu tenho uma relação pessoal com o desenho animado – por sinal, sabia que a história foi baseada em Macbeth de Shakespeare? -, mas é algo impressionante de se ver!

O musical ganhou o Tony Awards em 1998 em várias categorias, inclusive Melhor Figurino, Direção de Arte e Design de Marionetes. E olha…mereceu cada prêmio. A produção é simplesmente incrível.

Cada cena é um evento….as mães adoraram. É realmente muito bonito. E como o horário era cheio, estava com várias crianças. Elas vibravam, riam…foi muito emocionante.

Tinha a cena em que o Mufasa cai do penhasco e o ator cai do alto do canto do palco até o chão, passando pelo meio vazio do palco….e tudo isso em câmera lenta. Sabemos que deve ter um monte de cabos ali, mas não dá pra ver…o efeito é perfeito.

E os atores? Sensacionais. Cada vozeirão que dá arrepio só de lembrar. A peça é muito bem feita e bem ponderada. Há um intervalo de 15 minutos e o fim do primeiro ato não poderia terminar melhor.

Foi muito bacana. Fico emocionada só de lembrar. E foi o penúltimo dia em que as mães, minha e do Edu, estavam na cidade. Então foi ótimo para fechar a viagem delas. =)

Eu fiquei contente que entendi tudinho que diziam e cantavam…rs E claro, dei uma cantarolada junto em português, afinal, ainda sei as músicas de cor.

No fim da apresentação, paramos na lojinha para ver as coisas. Aí um menino super fofo, devia ter uns 5 ou 6 anos, vira pra mim e pergunta: Qual sua parte favorita da peça? E eu disse que gostei muito do início, com a música do Ciclo da Vida. Perguntei a dele: Ah, eu gostei quando o Scar morreu, porque ela era muito mal. hahahaha

Tadinho, mal sabe ele que adoro o Scar. Por sinal, pra mim é o melhor ator do elenco. Ele é muito, muito, muito bom! Mas, para você ter uma ideia do impacto da peça, não tem como ficar indiferente depois de assitir, dá o play aqui embaixo:

 

E é isso, já saí de lá querendo voltar e assistir tudo de novo. Não é barato um ingresso de musical, mas dá pra conseguir comprar um pouco menos caro. E vale cada centavo! Vale muito.

Pra fechar esse post, quero deixar um agradecimento especial pra Dona Regina (minha mãe) e Dona Guara (mãe do Edu) por se animarem com a ideia e me acompanharem nesse dia, porque o Edu jamais iria assistir a um musical, ainda mais da Disney….hahaha

No próximo post vou falar de uma outra grande paixão: arte! E Arte é quase um pseudônimo de Nova York…rs  




Quando minha vida saiu dos trilhos percebi que podia ir pra qualquer lugar. Virei mochileira depois dos 30 e criei o blog pra contar sobre essa aventura.

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