Granada: uma pequena pérola da Nicarágua
Nicarágua Cidade histórica

Granada: uma pequena pérola da Nicarágua

Granada, a pequena cidade charmosa da Nicarágua

Saímos de Manágua em direção a Granada, uma pequena cidade histórica um pouco mais ao sul do país.

Montamos um pequeno roteiro que seria: Granada – Ometepe – San Juan del Sur – León. E então de León a ideia é seguir para Honduras, já que está bem perto da fronteira.

Nossa aventura pela Nicarágua começou no aeroporto, quase não conseguimos entrar por causa de dez dólares. Mas agora que entramos, ninguém me tira! rs

Chegando em Granada

Não é difícil chegar em Granada, mas não tem gramour não. rs Descobrimos que para ir até lá, existe um lugar de onde saem vans para todos os cantos, inclusive Granada.




Fomos a pé até lá, andaaaamos a beça, mas achamos. A van era daquele jeito: apertada e indo cheia de gente. Como pegamos no “ponto de saída” conseguimos sentar. Nossas mochilas foram no vão entre o banco do motorista e do carona.

Na nossa frente, um americano que estava levemente perdido e muito empolgado pela aventura que era pegar aquela van.

O custo foi de $2 pra cada um. Não negociável. Como somos gringos, eles não estão muito abertos a negociar, mas tudo bem. A viagem era curta, pouco mais de 1 hora e estávamos sentados.

A estrada não é ruim, mas o começo do trajeto foi bem “movimentado”. Estava bem cheia a van. Mas não foi todo mundo que seguiu até Granada. Em um momento o ônibus parou, e eu estava com o braço apoiado pra fora da janela…um sujeito passou a mão no meu braço e quando olhei…mandou um beijo! hahahaha

Fui pega tão de surpresa que minha única reação foi rir. Enfim.

Chegamos em Granada e não tínhamos fechado nenhum hotel. Pela primeira vez fizemos como o Edu costumava fazer e chegamos na cidade sem lenço e sem documento. Na verdade, com documento, só sem reserva de hotel mesmo.

Muitos hotéis, poucas ofertas

Chegamos por lá, paramos em alguns hotéis e no geral não gostei das ofertas. OU eram lugares caros pro que ofereciam, ou eram lugares que cobravam pelo que ofereciam de fato, só que ofereciam coisas demais…rs

Teve um hotel em que paramos e mesmo acordando pra pagar em dinheiro, a menina disse que precisava ficar com meus dados de cartão de crédito. Nem preciso dizer que não ficamos por lá.

No fim das contas, ficamos em um hotel que não era tão caro e também não oferecia muita coisa. Era um quarto ok, mas o banheiro era estranho. Era meio que dentro do quarto e o vaso era numa portinha separada do chuveiro, só que separada e com uma porta de acrílico em que dava pra ver a silhueta da outra pessoa…privacidade, zero!

Mas ok, o preço pelo que era estava bom. Custou menos de R$75, então tudo bem. Mas não tinha café da manhã incluído.

O hotel não foi muito marcante, por isso nem anotei o nome. Confesso…

A cidade e seu charme

Granada tá ali do lado do Cocibolca, o segundo maior lago da América. Essa foi uma das primeiras cidades fundadas pelos europeus aqui pelas terras das Américas. Por isso, as construções são antigas, da época da colonização, lá por 1520.

Ela foi fundada pelo Francisco Hernández de Córdoba, por isso o nome da moeda do país. E o nome da cidade, obviamente, é em homenagem a cidade espanhola.

Com isso, existem muitos prédios bacanas. São todas aquelas influências espanholas. Então tem a praça central com uma catedral, um palácio que serviu para o governo e todas essas coisas.

A Nicarágua carrega o “título” de país mais pobre da América Central. Acho que isso explica o fato de não ver muitos turistas por lá como vi em outros países pelos quais passamos.

Mesmo assim a cidade é bem movimentada. As ruas são estreitas então o trânsito é um pouco confuso, mas a cidade é pequena então tudo de interessante pode ser feito a pé. Vi também muitos locais se locomovendo pela cidade de bicicleta.

Estávamos numa rua que terminava na Praça Central e ao lado da igreja principal começa a La Calzada, uma rua principal onde está o agito da cidade com diversos bares e restaurantes.

Nós demos um passeio durante o dia (todos desencorajam a andar muito longe pela cidade a noite) e vimos as ruas mais ao redor da parte central. Existem alguns hotéis, mas a maioria são casas residenciais.

O agito mesmo acontece nas proximidades dessa rua chamada La Calzada.

Foto de Rua principal com casa coloridas e uma igreja ao fundo
La Calzada

No geral, achei a cidade bem charmosa pela questão da arquitetura, mas só isso. Não há nada de muito marcante em relação a comida ou artesanato.

Ficamos por lá dois dias e acho que foi o suficiente. Nós chegamos a andar muito mais para a parte de interior da cidade, ficamos entre a Praça Principal e La Calzada. Mas saímos a noite para jantar e passear e mesmo entrando nas ruas um pouco mais pra trás da parte central, não vi nada preocupante nem me senti insegura.

Próxima parada: Ometepe. OU…a ilha formada por dois vulcões.




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Margot

Quando minha vida saiu dos trilhos percebi que podia ir pra qualquer lugar. Virei mochileira depois dos 30 e criei o blog pra contar sobre essa aventura.

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