Costa Rica e o dia em que entrei em um Vulcão
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Costa Rica e o dia em que entrei em um Vulcão

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Costa Rica e a aventura de nadar na lagoa dentro de em um vulcão

Saímos da Cidade do Panamá e agora a viagem parecia que estava engrenando. E fiquei bem animada em conhecer a Costa Rica, já que lá existe um vulcão ainda ativo. Vamos combinar, o que nos falta no Brasil são os vulcões. rs

Quando estávamos na rodoviária da Cidade do Panamá vimos que um ônibus de lá até San José, capital da Costa Rica, demoraria muito tempo. Algo pra mais de dezoito horas. Como Edu estava bem cansado do veleiro (eu também, admito), ele acabou me convencendo a seguirmos de avião até lá.

Pois é, traímos a causa. E pagamos por isso! Pagamos caro, por sinal.

Compramos a passagem e quando chegamos no aeroporto a primeira coisa foi descobrir se precisávamos ou não pagar a taxa de saída. Então, você precisa pagar pra sair do país. São uns $30 (dólares).

Fomos até o balcão pra pagar a taxa e a menina disse pra verificar com a companhia aérea se a taxa já estava incluída na passagem. Para nossa sorte, estava sim. Então ficamos mais tranquilos.

Quando chegamos para fazer o check-in a nossa sorte “virou”. A menina perguntou onde estava nossa passagem de saída da Costa Rica. Nós dissemos que não tínhamos, pois íamos viajar de ônibus pelo país.

Ela disse que sem passagem de saída, não poderíamos embarcar. Que isso é norma da companhia aérea. Questionamos o porquê e se isso não era uma responsabilidade da migração. Ela disse que não, que se não tivéssemos uma passagem/reserva, não poderíamos sair do país.

Daí fui lá em entrar nos sites pra conseguir algo. O bom é que pelo menos a internet tava boa. Não consegui comprar nenhuma passagem de ônibus online. Acabei entrando no site da Copa Airlines.  Tinha a opção de fazer uma reserva por 48h. Edu bateu o martelo que ela não disse que podia ser reserva…enfim. Compramos uma passagem de San José para Manágua, capital da Nicarágua.

Comemos uma bola federal! Depois disso eu usei o esquema de reservar por 48h e não pagar e aceitaram tranquilamente. Então, aprenda com o nosso erro e não precisa comprar uma passagem, só reservar já está bom.

Nós traímos a causa do busão e nos ferramos de montão! Tum Dum Tisssss. Mas no fim, tudo certo e lá fomos nós pra Costa Rica.




San José, a capital (feia) da Costa Rica

Chegamos em São José a noite e nossa ideia era ficar só um dia, pois iríamos direto para La Fortuna, a cidade onde tem o Vulcão Arenal, ativo até hoje.

Achei um hotel que parecia bem tranquilo no centro da cidade e por um preço que estava parecendo justo. Chegamos à noite e seguimos para lá. O hotel ficava numa parte bem feia da cidade. Ok, a tendência é que todo centro urbano seja uma das partes mais feias da cidade, só que lá era um pouco pior.

Nossa rua ficava ao lado de um grande museu e mesmo assim, as coisas pareciam bem estranhas. Não me senti insegura, apesar da cara feia. E afinal, quem vê cara, não vê coração. 😉

Claro, não posso dizer que conheci São José. Conheci apenas algumas ruas. Mas posso dizer que não é o lugar mais bonito que passamos.

A rua do nosso hotel era tranquila e tinham dois teatros nela. Um, que parecia maior, estava fechado. O outro que era menor estava com uma versão costarriquenha daquele filme britânico “Ou Tudo ou Nada” (The Full Monty), sabe?

Se você não conhece o filme conta a história de um grupo de caras desempregados que no desespero da crise econômica, decidem tirar a roupa por dinheiro. Mas claro, a graça é que eles são homens normais e não stripers. No filme eles prometem tirar toda a roupa. Esse é o grande chamariz que eles usam para atrair as mulheres até o show.

No filme não mostra o nu frontal e fiquei curiosa pra saber como eles resolvem isso na peça…rs Não descobri porque a bilheteria já estava fechada e o espetáculo rolando. A cara dos atores era ótima no cartaz!! hahahaha Todos de Village Peoples…rs

Bem, saímos pra jantar na rua debaixo e só havia um restaurante aberto. Era um lugar com o teto muito baixo e todas as paredes rabiscadas. Estava passando futebol, jogo da Copa Centroamericana. E estava bem cheio!

Mas a comida era cara e pouca. O que valeu foi a primeira cerveja costarriquenha que tomamos: Imperial!

No dia seguinte levantamos, tomamos café e seguimos para La Fortuna.

La Fortuna e o Vulcão Arenal

San José possui vários terminais de ônibus, dependendo do seu destino, o terminal será diferente. E nós saímos de um que parecia um shopping. Na verdade estava mais pra um shopping que por acaso tinha um terminal de ônibus. rs

A bilheteria era no terceiro e último piso e o embarque era no térreo, na parte de trás. Não compramos antecipadamente e nem precisa. Mas comprar na hora implica em talvez ter de esperar um bocado até a saída.

Foi o nosso caso. Ficamos mofando por lá mais de duas horas. Mas nada que um livro não tenha resolvido. Isso é o bacana de viajar de ônibus, ir mais devagar e aproveitar esse momentos de ócio pra ler, conversar e tudo mais.

Perdendo-se e se achando na cidade

Chegamos em La Fortuna no meio de um dia meio nublado e um pouco frio. Devo explicar que nas Costa Rica as direções são uma “atração” à parte. Eles não usam o sistema de números como na Colômbia, nem nomes de rua como no Brasil.

Isso não quer dizer que as ruas não tenham nome, elas têm. É só que eles não usam os nomes para se guiar. Então, como eles fazem? Bem, o endereço do nosso hotel era: 250 metros a oeste da Igreja La Fortuna.

Então, eu até sei que o sol nasce no leste e se põe no oeste. Mas nem sempre é fácil se guiar por ele…ainda mais se for perto do meio-dia, né? rs

La Fortuna é uma cidade pequena e existe uma grande avenida principal cortada por uma praça, nela há uma igreja. Descemos em frente de uma agência de viagens e a moça perguntou onde ficaríamos. Disse o nome do hotel e ela disse que era só pegar a avenida ali na frente e seguir para a esquerda.

Vista da praça central com torre de igreja e vulcão ao fundo
A praça central de La Fortuna.

Foi o que fizemos, parecia fazer sentido. Mas andamos e nada de vir o hotel. Daí perguntamos de novo num outro lugar que vendia passeios turísticos e o cara nos mandou pro outro lado da praça. Como não achamos, perguntamos num restaurante e o cara disse que nosso caminho inicial estava certo.

Daí ele contou que o tal sujeito que paramos pra perguntar deve ter nos dado o caminho errado, pois é algo que eles costumam fazer com quem só pede informação e não compra nenhum passeio. É mole?

No fim, voltamos pra avenida principal, andamos maaais e achamos o hotel. A questão é essa, como saber quando passou ou não de 250 metros? No fim, a moça do hotel nos disse que para os costarriquenhos, 100 metros são uma quadra. Mas isso não é o padrão.

E o problema maior desse sistema deles, é que alguns pontos de referência nem existem mais. Então, você chega numa cidade não sabe onde fica a fábrica de sabão, ou ficava, e acaba demorando muito pra achar onde quer ir. rs

O hotel em que ficamos era bem bacana, chama Regina Hotel e nosso quarto tinha vista pro vulcão. O café da manhã era num restaurante em frente e a moça da recepção era muito bacana. Até nos deu um chaveiro de presente.

Mas vamos ao que interessa e chamou sua atenção no título: o vulcão!

O Vulcão Arenal e a lagoa do Cerro Chato

Assim que você chega na avenida principal de La Fortuna, lá no fundo dá pra ver o majestoso Vulcão Arenal. Ele ainda é um vulcão ativo, mas toda erupção cai pro outro lado da cidade, daí o nome dela ser algo ligado a sorte.

Como a moça que nos deu informação quando chegamos foi bacana, voltamos lá pra ver os passeios disponíveis.

E havia um que durava o dia todo e visitava uma lagoa dentro da cratera do Cerro Chato. Um vulcão inativo que fica ao lado do Arenal.

Além disso, depois da lagoa passaríamos ao lado do Arenal e o dia seria encerrado no rio de águas termais da cidade. Como a cidade está próxima ao vulcão, existe esse rio em que a água é naturalmente quente.

No passeio estava incluso o almoço/lanche, guia e transporte. Parecia bacana. Só que dizia que para chegar até a lagoa, era uma trilha de duas horas. Perguntamos pro rapaz se era tranquilo de fazer, pois nem eu nem Edu somos muito atléticos. Estamos mais para sedentários ligeiramente ativos.

O cara disse que era tranquilo, que qualquer uma conseguiria fazer e não precisávamos nos preocupar. Então, fechamos o tour.

No dia do passeio acordamos super cedo, tomamos café e ficamos esperando a van nos buscar. Demos uma baita sorte, foi o único dia em que céu estava limpo, sem nenhuma nuvem e conseguimos ver o vulcão em seu total esplendor. Parece até que estou narrando desfile de escola de samba… Esplendor: Nota 10!!! Alegoria: Nota 10!!! rs

O ônibus chegou e já éramos uns dos últimos. Nosso hotel ficava bem mais pro final da avenida. Chegamos no local onde a trilha seria iniciada e os últimos banheiros estavam a disposição.

Tudo bacana, todos animados, ganhamos o nosso almoço/lanche que era um kit com sanduíche, barrinha de cereal, balas etc.

E então, começamos a trilha. Os primeiros 20 minutos eram íngremes, mas tudo ainda num terreno tranquilo e aberto. E fazia muito sol nesse dia. Mas antes sol do que chuva. Depois desses 20 minutos iniciais, chegamos até um mirador onde todos puderam recuperar suas energias e beber água antes de seguir adiante.

O grupo era bem diversificado. Tinha um casal de senhores franceses, um deles mais velho que o outro, que só falavam francês. Tinha um argentino, um casal do Espírito Santo, alemães, americanos e holandeses.

Depois de alguns minutos para todos recuperarem o fogo continuamos. E então, chegamos a entrada da parte mais difícil. Dali pra frente era trilha em mata fechada. Os guias (eram dois para um grupo de 15 pessoas) disseram que ninguém precisa sair correndo, pra ir cada um no seu ritmo e só tomar cuidado quando estivesse andando pela mata.

Isso porque pode acontecer de você colocar a mão num tronco de árvore e ter uma cobra, pisar em algum inseto mais perigoso…essas coisas. Isso nem me assustou muito não, era só ficar “ligada” e tudo bem.

E começamos a subir. Depois de uma meia hora de mata fechada eu comecei a xingar mentalmente o cara da agência de viagens. Aquela trilha não era fácil, não era pra qualquer um fazer! O negócio era “treta forte”.

Tinha lugar que precisava agarrar nas raízes pra conseguir subir porque eram desníveis muito grandes. O guia precisava dar aquela ajuda marota em alguns trechos. E como meu preparo físico não é de atleta, eu fiquei por último na fila…hahaha

Eu não ia sair correndo e assumi minha vergonha. Eu era a última do grupo e tudo bem. Só que mesmo assim, eu sofri!! Tinha umas partes que pelamorededeus! Tinha que botar um aviso bem grande no banner do passeio: venha preparado pra sofrer! hahaha

Como eu sou meio medrosa, (na verdade fiquei assim depois da viagem porque agora que a vida tá tão boa não quero correr o risco de morrer por bobagem….hahaha) eu ia me segurando em tudo, me arranhando toda pra não correr o risco de cair e quebrar alguma coisa.

Meus joelhos e pernas ficaram parecendo uma obra do Pollock de tantos arranhões. Duvida? Olha aí a foto pra provar…hahaha

Pernas machucadas e arranhadas

Mas o sofrimento valeu a pena. Além da aventura por si só de fazer uma trilha tão peculiar e ver coisas bacanas pelo caminho, como um lindíssima vespa azul, depois das duas horas de subida e sofrimento, chegamos ao topo e vimos a lagoa!! Linda, verde, super convidativa.

Depois de todos ficarem babando, tirarem fotos e loucos pra chegar lá….veio a outra parte treta. Descer. E aí, meus amigos, a coisa foi divertidamente puxada. rs

Tinha bastante lama, então escorregava pacas. Além disso, a dificuldade de desníveis parecia ainda pior e em um momento eu achei que nunca ia sair daquele inferno de mosquitos, lama e raízes afiadas.

Mas saímos, pelo menos por um breve instante.

Chegar na lagoa da cratera foi sensacional. Tinha bastante gente e eu achei que teria um pedaço de terra onde conseguiríamos sentar e relaxar, já que gastaríamos uma hora e meia lá. Mas não tinha. Sentamos numas raízes, almoçamos e eu fui pra água.

Gelada, gelada para cacete!! Só no meio da lagoa estava menos pior, já que o sol estava batendo. E a lagoa tinha vários daqueles peixes pequenos que ficam mordendo o pé e tirando a pele velha da gente, sabe?

Fiquei lá um tempão deixando eles trabalharem. Tratamento de beleza gratuito! hahahaha

E então foi se aproximando a hora de voltar pro nosso rumo. Já fiquei pensando que tava ferrada, porque se a gente voltasse pelo mesmo caminho, ia ser treta. Mas não, voltamos por um caminho PIOR! hahaha

Na verdade o comecinho era pior, mas depois melhorou. Em uma determinada parte o caminho dividia e o guia disse que pra esquerda era mais curto, só que mais puxado. Então fui pela direita.

Se o que peguei era mais fácil, putamerda quem foi pela esquerda! hahaha Mas depois disso, o caminho melhorou bem e era só descida. Só que minhas pernas já estavam muito cansadas e eu quase travei.

Conclusão, fiquei por último de novo, mas não aquele último que ganha prêmio de consolação. Não…fui a última que trava o grupo todo! hahaha Na verdade não atrasei o grupo, só tive menos tempo pra descansar quando a descida finalmente tinha acabado.

Ao sair da mata e chegar de novo num lugar plano e tranquilo, fomos caminhando por dentro de uma grande fazenda até alcançar o ponto de observação ao lado do vulcão Arenal.

É incrível e dava pra ver umas fumaças saindo. Só que o guia disse que desde 2010 não acontecem mais as erupções, ele solta as fumaças e nada mais. =(

O Edu viajou para La Fortuna antes…em 2010! Ele chegou a ver as erupções, eu infelizmente não dei essa sorte. Mas de qualquer forma, é um assombroso o tamanho daquele bichão brotando da terra.

Seguimos mais um tanto e paramos no hotel que tinha dentro da tal fazendo. Tomamos café e consegui descansar um pouco, mas o problema é que quando dobrava a perna, ela ficava meio que travando. Bizarro!

Nessas, enquanto o pessoal ia conferir uma cachoeira, eu tava lá com a perna esticada enquanto o guia passava um unguento pra aliviar os músculos. rs Que situação.

Mas o que viria depois ia ajudar muito ao dia acabar bem.

As águas calientes

Depois de todo esse sofrimento, seguimos já de noite para onde se encontra o rio com as águas quentinhas. Até lá seguimos de van, graças a Deus. rs

Quando chegamos os guias disseram que como o lugar é cheio, escuro e não dá pra ficar cuidando das coisas, era pra todo mundo tirar a roupa e ir só de roupa de banho até lá.

E assim fizemos.

Pra chegar no rio entramos numa estradinha na estrada, andamos alguns metros, descemos algumas escadas, passamos por debaixo do viaduto e então entramos no rio. Eram vários desníveis, rasos em que pudemos deitar e relaxar.

Pra ajudar a relaxar os guias levaram uma bebida pro pessoal…rs Ficamos lá mais de uma hora e eu quase caí no sono. rs Foi bom terminar o dia lá.

Voltamos pro hotel bem a noite. Eu com a roupa toda suja e orgulho mais ferido que as pernas. hahahaha

No dia seguinte, minhas pernas não funcionavam muito bem ainda, mas estavam se recuperando. Edu ficou me zuando no dia do passeio. Eis que no dia seguinte, era a perna dele que tinha travado…hahaha

Demorou uma semana pra gente se recuperar. E percebi que preciso voltar a fazer mais exercícios, mas é difícil manter uma rotina na viagem.

Curti bastante a cidade. Tinhas muitos restaurantes e bares, mas tudo feito pra turista. Então nada muito gostoso, muito menos barato.

Pra quem gosta de viagens de aventura, além desse passeio do vulcão existem muitos outros. Tem tirolesa, umas pontes muito lokas em alturas enormes, arvorismo e por aí vai. Vale a pena pesquisar pra ir conhecer. =)

 Próxima parada: Manágua. 




Photos

    Margot

    Quando minha vida saiu dos trilhos percebi que podia ir pra qualquer lugar. Virei mochileira depois dos 30 e criei o blog pra contar sobre essa aventura.

    21 Comments

    1. rui batista

      Uau… bela aventura pela fantástica Costa Rica. Eu gostei muito, apesar de ter apanhado demasiada chuva. Certamente que esta reportagem me deu vontade de voltar. O quanto antes…

      16 de março de 2017 Responder
      • Margareth Furtado

        Ah, quando você esteve por lá, Rui? Chuva não peguei…ainda bem, senão a trilha seria impossível! hahaha

        17 de março de 2017 Responder
    2. Carolina Belo

      Oi Margot!!! Que legal a sua “aventura”. Já começou na freneticidade e seguiu praticamente por toda a viagem assim… As paisagens são MA RA VI LHO SAS!!! Compensa todos os esforços na caminhada (inclusive os arranhões no corpo). Só discordando: não acho que seja necessário um vulcão aqui, he he he he…
      Abraços,
      Carolina

      16 de março de 2017 Responder
      • Margareth Furtado

        Não um vulcão ativo, mas um assim adormecido com uma lagoa dentro seria massa. rs
        Principalmente se instalassem um bondinho pra subir…hahaha

        17 de março de 2017 Responder
    3. KEUL FORTES

      Que aventura! hahaha.. Essas paisagens são maravilhosas hein? Nossa, fiquei encantada! Parabéns pelo post 🙂

      17 de março de 2017 Responder
    4. Ana Clara Flores

      quem nao tem cicatriz nao tem historia ahhahah
      que viagem maravilhosa essa sua! achei fantástico! Parabens pelo relato!

      17 de março de 2017 Responder
    5. Luan Perez

      Ótima aventura! A beleza do lugar vale todo esforço, e pelas fotos parece ser lindo demais. Parabéns!

      17 de março de 2017 Responder
      • Margareth Furtado

        Realmente é muito bonito, Luan.
        Preciso estudar mais sobre fotografia porque as minha fotos não chegaram nem perto do que é realmente..

        17 de março de 2017 Responder
    6. Michela Borges Nunes

      hahahahaha, ri muito lendo este post maravilhoso! Me arrepiei com a história de poder ter cobras nas árvores, ui. E amei demais as fotos e esta lagoa, que loucura de linda né? Mas não gostei nada da trilha, heheheh.

      17 de março de 2017 Responder
      • Margareth Furtado

        Eu tava rindo de nervoso no dia. E pra ajudar, sou super míope. Cada raiz que eu ia segurar, olhava duas vezes antes pra ver se era raiz mesmo…rs
        A trilha é o mal necessário pra chegar na lagoa…rs

        17 de março de 2017 Responder
    7. Catarina Leonardo

      Que passeio maravilhoso… Que explosão de verde, é incrível, devem ter compensado todos os esforços da caminhada!

      17 de março de 2017 Responder
    8. Simone Hara

      No que falassem em cobra perto de mim, eu já estava fora! hahahaha
      Certeza que essa paisagem incrível compensou por cada cicatriz ne?

      18 de março de 2017 Responder
      • Margareth Furtado

        hahahaha De cobra não tenho muito medo não.
        E dei sorte que só vi uma durante a trilha. Na verdade era uma cobra coral pequena e estava perto da lagoa. rs

        A paisagem realmente compensou as marcas.

        18 de março de 2017 Responder
    9. Marineira

      Esse ano vou pra costa rica e ng me segura! Hahahaha! Ameeeei suas fotos! Que aventura! 🙂

      18 de março de 2017 Responder
    10. Joao Vitor Fazani

      óTimo relato !!! estou indo pra costa rica em maio … vc lembra +- quanto foi o custo desse passeio?

      19 de março de 2017 Responder
      • Margareth Furtado

        Opa! Legal, João! o/
        Paguei R$150 por pessoa. Na verdade, paguei no cartão de crédito se não me engano…mas foi esse mesmo o valor, sem tirar nem pôr. =)

        19 de março de 2017 Responder
    11. Deisy Rodrigues

      Que aventura, gostei bastante do seu post, parabéns.

      20 de março de 2017 Responder

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    DivaDeMochila

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