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Banoffe: amor em forma de doce.

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Banoffe: amor em forma de doce.

Banoffe é vida, Banoffe é amor! Pois é, eu que não sou muito chegada em doce, G-A-M-E-I nesse que descobrimos lá em Morretes (PR).

Segundo a moça é uma sobremesa inglesa, ela não soube diz muito da origem, mas o Google disse que foi inventado num pub inglês ou nos Estados Unidos. Tirando essa controvérsia, o nome nada mais é que a junção de banana + toffee (caramelo).

A ideia é simples e o resultado é fantástico: biscoito, doce de leite (no caso o toffee), banana e nata. A nata é típico do sul e se assemelha ao chantily, mas é um pouco menos doce (foi o que a moça me explicou).

Olha que coisa linda:

Banoffe

E esse nem é o melhor ângulo do Banoffe..rs

Dá uma olhada no close… <3

Banoffe




É muito amor! A combinação perfeita entre doce e fruta. A nata quebra o doce de leite e não fica enjoativo. Vale cada garfada e minutos a mais na corrida matinal.

Bem, o melhor de tudo? É fácil de fazer, muito. Fiz duas vezes em duas cozinhas diferentes e consegui fazer tranquilamente com uma estrutura bem simples. Uma nem liquidificador tinha e rolou o Banoffee lindamente.

Então vamos ao que você vai precisar:

Banoffe

  • 200 g de biscoito maizena
  • 120 g de manteiga sem sal
  • 400 g de doce de leite*
  • 500 ml de creme de leite fresco
  • 3 bananas nanicas não muito maduras (elas estavam na geladeira, por isso ficaram fora da foto…)
  • 2 colheres de sopa (rasas) de açúcar
  • 1 fôrma média (35X25) que solta o fundo

*A receita pode ser feita com o doce de leite de panela de pressão. Que nada mais é que cozinhar uma lata de leite condensado. Mas como eu estava em Belo Horizonte, achei que valia comprar doce de leite no Mercado Central.

E vamos ao passo a passo. =)

1. Antes de tudo, o creme de leite tem que estar bem gelado pra bater a nata. Então vale já colocar ele no freezer, porque até terminar a montagem e bater a nata ele vai estar no ponto. Que é uns 20 mins.
2. A primeira coisa a fazer é a base do banoffee com o biscoito maizena. (Sim, pra mim é bixxcoito…rs). Pra isso, basta bater tudo no liquidificador. Vale dar uma sacudida no copo enquanto está ligado pro biscoito virar um farelo mesmo.
3. Agora é hora de meter a mão na massa, literalmente. Vamos cortar as 100g de manteiga em pedaços e juntar a esse farelo. E com as mãos é só ir incorporando (sempre quis dizer isso) a manteiga à maizena.

Banoffe

4. Feito isso, ela vai ficar com essa textura meio molhado, meio solto, mas é assim mesmo:

Banoffe

5. Agora vamos forrar a fôrma apertando essa massa. Como a massa já leva manteiga, não precisa untar. Com a mão é só ir cobrindo a fôrma e ir apertando a massa para formar essa base. Pra ficar mais bacana no final, eu dei uma levantadinha nos lados, fazendo uma parede baixa. O resultado final é algo assim:

Banoffe

6. Agora pré-aqueça o forno em 180 C por 10 minutos. Depois disso, é só levar a massa para assar por 10 a 15 minutos.
7. Enquanto o forno está aquecendo, vamos acertar o doce de leite. O truque aqui é para que o doce de leite não fique muito líquido e crie um caldo depois de algum tempo do banoffee pronto. Então, numa panela vamos aquecer o doce de leite com o restante da manteiga (20g). O ponto é até a manteiga derreter e você conseguir ver o fundo da panela. Desligue o fogo e reserve.

Banoffe

8. Retire a base de maizena do forno e jogue o doce de leite sobre ela. Feito isso, coloque no congelador enquanto fazemos a nata.

Banoffe

9. Agora é a hora mais feliz (#SQN) que é bater a nata. Até hoje não consegui nenhum lugar com batedeira, então vou na munheca mesmo e bato a nata com fué. Numa tigela vamos juntar o creme de leite fresco e o açúcar.

Banoffe

10. Agora é botar o dinheiro da academia pra se fazer valer e bater até chegar ao ponto de nata, que é o ponto de chantily. Mas a questão de se chamar nata é porque vai menos açúcar que o chantily. O ponto é quando você conseguir levantar picos:

Banoffe

Se você não for tão sedentária(o) como eu, deve conseguir fazer isso em menos de 15 minutos (Valendoooo…). Nas primeiras vezes que bati essa nata, parecia que não ia, mas a mágica acontece e de repente quando você está a ponto de desistir e ligar pra sua vó que manja dos paranauê pra pegar dicas, o ponto acontece. \o/

11. Com a nata pronta, vamos tirar a base do congelador. Você vai notar que o doce de leite está firme e se você virar a fôrma de cabeça pra baixo ele não cai.

Banoffe

12. Agora vamos cortar as bananas em rodelas e cobrir o doce de leite com elas. O resultado é esse lindo mar de bananas:

Banoffe

13. Agora é só cobrir com a nata (tchau bananas, nos vemos em breve) e colocar na geladeira. Dá pra comer quase que na mesma hora, mas eu prefiro deixar lá na geladeira por pelo menos 1h. Assim fica bem gelado.

14. E no fim, é só soltar o fundo da fôrma e ser feliz. <3

Banoffe é amor
Banoffe: biscoito, doce de leite, banana e chantily

Algumas considerações interessantes:

  • Na primeira vez que fiz o banoffee (essa é a segunda, pra cê ver como é fácil) eu estava numa cozinha sem liquidificador. Então quebrei o biscoito todo com o fundo de uma caneca. Coloquei o biscoito num pote e segurando a caneca pela boca, fui triturando o biscoito. Deu super certo, mas deu bem mais trabalho, claro.
  • Essa mesma cozinha sem liquidificador também não tinha forno, então não assei a massa. O banoffee ficou bom? SIM! Mas esse segundo que foi feito “certo” ficou melhor. 😉
  • Eu não tive a sorte de passar por uma cozinha com batedeira ainda, por isso só bati a nata na mão. Mas claro que dá pra fazer com a batedeira, só ficar muito esperto no ponto pra não virar manteiga.
  • O primeiro banoffee (tá parecendo nome de filme isso) não foi feito numa forma de soltar o fundo, foi numa travessa de vidro mesmo. Deu pra comer tranquilo, mas pra tirar os pedaços era meio difícil.
  • A versão original do banoffee é com banana, mas lá em Morretes a confeiteira fez com morango também. Não experimentei, mas pra quem não curte banana, é uma opção.

E é isso. Espero que gostem. Eu já tô pensando quando terei a chance de fazer de novo…o troço vicia. rs




Margot

Quando minha vida saiu dos trilhos percebi que podia ir pra qualquer lugar. Virei mochileira depois dos 30 e criei o blog pra contar sobre essa aventura.

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