Vai para a América Central? Saiba o que beber
América Central Top 5

Vai para a América Central? Saiba o que beber

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O guia definitivo de cervejas no istmo mais famoso do mundo

A melhor definição de país que eu já li é atribuída ao músico norte-americano Frank Zappa: “Um país só pode ser considerado sério se tiver uma seleção de futebol, uma companhia aérea e a sua própria cerveja. Bem, os dois primeiros não são tão importantes, mas ter a própria cerveja é fundamental”.

As seleções de futebol da América Central são tão ruins que ninguém no istmo dava a menor bola para a Copa Ouro, o equivalente à nossa Copa América – e isso num lugar onde o futebol é rei. Já as companhias aéreas… melhor nem falar. No entanto, cada país tem a sua própria cerveja – por isso, podem ser considerados países decentes.

Se as cervejas de lá são boas? Bom, vejamos por este lado: nenhuma delas é fabricada pelo oligopólio Inbev/SAB Miller/Heineken/Kirin. No entanto, cuidado: há uma fábrica da Ambev na Guatemala distribuindo Brahma – que na América Central, se chama Brahva (Brama, na gíria local, é uma parte do corpo que só as mulheres têm).

Assim, tirando a Brahma, todas as cervejas lá são fabricadas por empresas locais, garantindo sabor próprio a cada uma delas, embora eu duvide um pouco do malte que elas alegam ter.

Para países tão pequenos e pobres, até que as nações centro-americanas têm uma diversidade boa de marcas. Por isso, procedemos ao relevante trabalho de degustar cada uma delas, para dar nosso veredito final sobre qual cerveja melhor representa seu país.

PANAMÁ

Marcas degustadas: Panamá, Balboa, 507
Vencedora: 507

Cerveja 507 Panamá

Porque: A 507 é encorpada, com mais sustância do que as outras. Ela refresca mais e não deixa aquela sensação de bigorna na barriga. Vale apontar que é feita com melhores ingredientes, por isso é mais cara.

COSTA RICA

Marcas degustadas: Imperial, Rock Ice, Bavaria, Pilsen, Gallo
Vencedora: Imperial

Cerveja Imperial

Porque: Porque é a cerveja mais conhecida da Costa Rica, a mais popular e a mais fácil de encontrar. Todas as marcas de cerveja no país são produzidas por apenas uma empresa, a Florida (que também engarrafa a Heineken). A Imperial é refrescante, com leve amargor e um gosto final bem agradável.

NICARÁGUA

Marcas degustadas: Toña, Victoria
Vencedora: Victoria

Victoria

Porque: Além de ser mais barata, a Victoria não é tão aguada quanto a Toña, que é a cerveja mais consumida dentre os Nicas. Com sabor mais forte e amargor leve (o que parece ser uma constante pela região), a Victoria é recomendada para enfrentar o forte verão na praia.

EL SALVADOR

Marcas degustadas: Pilsener, Golden, Suprema, Regia
Vencedora: Pilsener

Pilsener

Porque: Era a única que tinha em El Tunco, um balneário minúsculo no Oceano Pacífico.

HONDURAS

Marcas degustadas: Salva Vida, Port Royal, Imperial, Barena
Vencedora: Salva Vida. Porém, a Ambev comprou a única cervejaria do país em outubro de 2016.

Salva Vidas

Porque: A Salva Vida é boa – refrescante, com um amargor moderado e fluida como um chopp. Será preciso voltar ao país para conferir se a Ambev estragou a cerveja ou não.

GUATEMALA

Margas degustadas: Brahva, Gallo, Dorada, Monte Carlo
Vencedora: Gallo

Gallo

Porque: Era a única que podia bater de frente com o poderio da Ambev e sua Brahva em todo o país. A Gallo é, como todas as vencedoras, refrescante, de baixo amargor e encorpada.

***

Gostou da nossa seleção ou já experimentou alguma dessas? Conta pra gente aqui embaixo. 😉

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