7 coisas que “aprendi” em 7 meses de viagem
Diário da Diva

7 coisas que “aprendi” em 7 meses de viagem

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O que “aprendi” nesses 7 meses de viagem?

Essa semana, dia 28 de Julho para ser mais precisa, completamos 7 meses de estrada. Parece pouco, parece muito…cada hora que paro pra pensar em tudo que rolou de Dezembro até agora me faz ver a viagem de um jeito diferente.

O “aprendi” ali do título está em aspas porque esse não é um post pra ensinar nada pra ninguém, rs.

Opa...vai cair na prova?
Opa…vai cair na prova?

Na verdade, acho que é mais pra mostrar 7 coisas que percebi nesse tempo em que estamos na estrada. Ainda estamos só no começo e sei que muitas coisas estão por vir, mas quis fazer esse post até pra eu mesma fazer um balanço do que tem sido a aventura até aqui. Bora? Partiu!

 

1. A viagem não é uma viagem.

É o que, menina?
É o que, menina?


Antes de começar essa viagem com o Edu eu tinha feito poucas viagens por diversão. Fui a Paraty, Penedo…e pra fora do país eu só tinha viajado a trabalho. Consegui até emendar alguns dias nas cidades nessas duas viagens a trabalho que fiz, mas foi só. Mas essa viagem é outra coisa.

O que percebi é que não é exatamente uma viagem: não temos um roteiro definido, temos uma ideia de como queremos seguir e vamos mudando conforme as novas ideias, lugares ou problemas surgem.

Por exemplo, se fosse pela ideia inicial do Edu, à essa altura já teríamos cruzado o Estreito de Bering. Mas mudamos tudo e deixamos isso para o ano que vem, com isso estamos ficando mais tempos nos lugares e indo mais devagar.

O que vejo de diferente de uma viagem de férias, por exemplo, é ter tudo mais planejado: dias, hospedagens…isso que estamos fazendo tem um planejamento maior, mas muita coisa vamos decidindo na hora. Também não diria que é um novo estilo de vida, porque não pretendemos ficar nessa aventura pro resto da vida. Sabemos que uma hora vamos decidir que acabou e seguiremos um novo rumo.

Então, não sei o que é ainda, mas não acho que seja uma viagem.

2. Estar na estrada é cansativo, pacas.

Oooops....
Oooops….

Conhecer os lugares é sensacional, desbravar novas culturas…tudo é muito lindo. Mas, na prática, é cansativo. E isso porque nem estamos no estilo tão “mochileiro”. Ficamos em hotéis e casas com conforto e até agora não passamos por nenhum lugar de muito perrengue. Mas ter tudo numa só mochila é cansativo. Hoje estamos cada um com cerca de 10Kg na mochila mais uns 2 Kg na bolsa tiracolo. E quando chegamos nos lugares, se não tirar tudo da mochila fica aquele cheiro de roupa guardada e aí tem que lavar tudo de novo e nem sempre rolam lugares com máquina de lavar.

Então desfazer e fazer mochila acaba sendo cansativo.Não carregamos a mochila por grandes períodos de tempo ou espaço, mas eu já começo a pensar em me desfazer de sapatos (eu trouxe 5 pares…eu sei, eu sei…rs), otimizar ainda mais as roupas etc.

O que acontece é que às vezes não tem jeito e temos que pipocar de um lugar pra outro e isso faz ficar cansativo à beça. Além do tempo nos transportes, estar sempre mudando de cama também é algo que fica difícil do corpo acostumar. Algumas são muito macias, outras muito duras, geralmente não cabemos nas camas porque resolveram fazer a gente com quase 2m de altura, tem lugar que o quarto fica mais escuro, outros o sol bate logo cedo no travesseiro…e nem sempre rola um tempo hábil do corpo se habituar.

Estamos descobrindo ainda o ritmo e equilíbrio pra não ser tão cansativo e conseguirmos aproveitar de boas os lugares. Além de nem sempre conseguirmos fazer trajetos curtos de transporte, por exemplo: entre Manaus e Tabatinga foram 36 horas de barco…eis outro ponto que acaba afetando a gente e deixando o cansaço aparecer.

Por mais que a gente se divirta e é algo que optamos fazer, não dá pra negar que é bem cansativo.

3. Brasileiro não tem pedigree.

Oi!
Oi!

Não, não é pra causar polêmica. O que quero dizer é que nós não temos “cara” (até por isso o passaporte brasileiro é o mais disputado no submundo). A gente pode se passar por qualquer nacionalidade…rs.

Nesse pouco tempo de viagem já fomos: alemães, franceses (<3), italianos… Algumas pessoas que trabalham mais com público (guias etc) são mais safos e pescam que a gente é brasileiro pelo sotaque na hora de falar espanhol…rs. Mas no geral, outros turistas e os locais perguntam se somos de tal país… e poucas vezes o país é Brasil. Não acho nem bom, nem ruim, só inusitado. A gente sabe que brasileiro é uma mistureba de origens e por isso não poderia ser diferente.

Eu mesma às vezes estou na rua e vejo algum turista, me pergunto de onde ele deve ser e quando passo perto…TCHARAM…tá falando português, rs.

Vamos ver como vai ser isso nos próximos países, por enquanto essa percepção é a que tive aqui no Peru. Se bem que num mercado em Manaus me perguntaram se eu era da Alemanha, então mesmo no Brasil a gente pode “não ser brasileiro”.

O que acho interessante é pensar: qual a cara do brasileiro? Se eu te pedisse pra descrever o brasileiro típico, como você descreveria? Eis a pegadinha, teremos uma dúzia de descrições diferentes entre si…todas certas. rs

 

4. A rotina, ela existe sim.

1,2,3...3,2,1.
1,2,3…3,2,1.

Estar sempre num lugar diferente, numa casa nova…tudo isso pode parecer que a nossa vida atual não tem rotina, mas tem sim. Só que é uma rotina diferente. Antes era acordar, sair pro trabalho, voltar pra casa, jogar, ver TV, dormir e recomeçar tudo de novo.

Hoje em dia a rotina é: procurar hotel/airbnb, ver passagem, programar o tempo de viagem, ver previsão do tempo dos lugares…além da rotina do dia-a-dia: fazer controle financeiro (tenho t-u-d-i-n-h-o na ponta do lápis), cozinhar (não dá pra ficar comendo fora todo dia), procurar lavanderia, programar as compras de mercado e caçar mercado etc. Eu já fazia o dia-a-dia doméstico de boas em SP, não é esse o problema, mas na estrada cozinhar e lavar roupa, coisas que já fazemos tão no automático, acabam gerando mini-rotinas novas para serem feitas.

Então não rola ter essa ilusão de que a rotina não existe, ela tá aí só que com uma maquiagem nova, rs.

 

5. Ao mesmo tempo, manter uma rotina/hábito é bem difícil.

Vou só secar o cabelo....
Vou só secar o cabelo….

Antes da viagem começar, lá em Setembro do ano passado (2015), resolvemos entrar num academia. Eu nunca tive vontade de ficar marombada e sempre tive muita preguiça de academia. Mas íamos carregar mochilas, entrar e sair de ônibus…era um bom incentivo para eu sair do sedentarismo e tentar melhorar meu condicionamento físico (além de querer perder os quilos que a vida boêmia me deu). Até Dezembro a coisa estava indo muito bem. Academia do lado de casa, estava indo umas 3 vezes por semana em horários tranquilos e tudo mais.

Aí a viagem começou e pensei: “Ah, o que dá pra fazer em qualquer lugar? Correr!” Eu já tinha começado a pegar o pique na esteira e pensei que ia manter o ritmo, mas não é bem assim, rs. De Setembro pra cá, eu consegui emagrecer bem. Mas não consigo ainda dizer que tenho uma “rotina” de exercícios. Tem lugar que vou nos aparelhos públicos da cidade, outros são bons pra correr, tem outras cidades que só faço exercícios no quarto mesmo…mas não posso dizer que mantive uma constância.

É uma rotina que eu queria tentar manter, mas até agora não rolou. Assim como uma rotina de estudos, de acordar no mesmo horário, o meu “sábado de beleza” quando eu fazia as unhas etc. A mudança de cidade, de casa…tudo isso acaba interferindo em manter essas pequenas rotinas. Mas acho que é uma questão de ir se adaptando.

Eu chego lá! rs

 

6. O tempo é totalmente relativo.

O que...o que é fim de semana?
O que…o que é fim de semana?

Com todo esse agito de transportes e mudanças percebi que o tempo em si tem sido totalmente relativo. O Edu tem uma dinâmica melhor com as datas porque ele tem os prazos de trabalho. Mas como eu não estou muito presa em prazos, pra mim as referências são totalmente diferentes. Antes, no dia-a-dia da vida em São Paulo era “Ah, tal coisa aconteceu duas semanas atrás…”, hoje em dia as minhas referências são “Ah, tal coisa aconteceu quando a gente estava em tal cidade.”

A minha memória já funcionava de forma bem mais visual, agora então nem se fala. Algumas datas são marcantes: datas comemorativas, aniversários, votação do impeachment…mas lembro mais dos lugares em que estava quando eles aconteceram do que do mês em que aconteceram. Vimos a votação do impeachment em Natal. Quando? Lembro de cara assim não. Era antes do aniversário da minha amiga, então sei que foi antes de 28 de abril.

Além disso, também não tenho mais aquela noção exata do dia da semana ou fico ansiosa pela sexta-feira. Os dias todos acabam se igualando. O lado bom disso? Tira uma certa pressão com o tempo imediato e acabo me comprometendo com o longo prazo, Além disso, acho interessante manter na memória os momentos e não as datas numéricas em si.

Antes o meu tempo era muito marcado com o trabalho. Mudei pra São Paulo em 2010, quando estava na gravadora…daí tal coisa aconteceu quando estava trabalhando no Virgula, então o acontecimento foi em 2013…no fim a minha relação básica de memória+tempo não mudou tanto, porque nunca fui de gravar bem datas (sei o aniversário de todos que gosto, mas na faculdade, durante uma prova, escrevi errado a data da criação da Capela Cistina e coloquei a conclusão dois anos depois da morte do Michelangelo….hahaha).

Mas é uma relação diferente hoje, me sinto mais “senhora do tempo”, porque no fim ele é apenas o que damos de significado pra ele, né? =)

7. A fronteira entre trabalho e “viagem” é muito tênue.

Só mais um post e...
Só mais um post e…

Bem, quem me acompanha sabe que eu saí de São Paulo já sem um trabalho tradicional. O Edu mantém a mesma fonte de renda de quando saiu de São Paulo. Eu aproveitei a nova fase para tentar mudar de foco e ganhar dinheiro de outras formas.

Tenho alguns freelas esporádicos de analytics, web design e todas essas coisas que eu já fazia há anos. Mas a ideia era aproveitar todas essas novas experiências para descobrir o que a gente realmente quer fazer como profissão. Algo que eu sempre gostei era de escrever (tanto que quando caí na publicidade acabei naturalmente fazendo muito conteúdo digital).

Além dessa antiga paixão, a minha formação em arte sempre me puxou para o lado estético da vida: pintura, ilustração etc. E com todos os novos lugares e culturas o meu antigo flerte voltou com tudo: a fotografia! E nessas o blog é uma forma de exercitar e tentar seguir uma nova carreira. Então, muitas vezes é difícil saber onde começa o trabalho ou não. A “viagem” acaba sendo o trabalho e vice-versa…um alimenta o outro.

Então nem sempre dá pra dizer: Ok, agora estou trabalhando, agora estou curtindo as coisas. E isso não é mal não. É algo novo. Mesmo no período em que eu trabalhava em home-office era diferente. O trabalho estava muito bem definido. Agora não, tudo está misturado numa grande aventura e isso tem me deixado muito mais feliz do que antes.

Por hoje é só, pessoal!
Por hoje é só, pessoal!

Acho que ainda tem muita coisa por vir e novas percepções aparecerão. Mas num balanço geral do que rolou até agora, está sendo bem divertido. Mesmo quando é chato, é legal. Igual pizza, sabe? rs

Não posso dizer que está  melhor ou pior do que eu imaginava, porque na verdade eu não tive muito tempo de ficar imaginando e criando expectativas de como seria tudo isso, mas agora fico imaginando já os próximos 7 meses… <3

E lá vamos nós…

***** GIF BÔNUS *****

Ainda não assisti a tão comentada “Stranger Things” da Netflix. Mas um amigo veio no chat do facebook e me disse: “Você é a Barb que cresceu” e mandou esse GIF:

Hum...
Hum…

Será? Parece? Bem, fica como um plus-a-mais-adicional pra eu assistir…tomara que seja uma personagem legal. =)

Photos

    Margot

    Quando minha vida saiu dos trilhos percebi que podia ir pra qualquer lugar. Virei mochileira depois dos 30 e criei o blog pra contar sobre essa aventura.

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    • Obrigada, Heidi! <3
      Que bom que você gostou. Aqui do nosso lado está sendo realmente uma experiíencia bacana.

      Edu está mandando lembranças. =)

      • Heidi Furtado

        🙂

    • Humberto Antonio Siqueira

      Parabéns mais uma vez. Sempre que dá uma “folguinha” no trabalho, dou uma olhada rapidinha no seu blog pra ver se tem mais algumas dicas úteis para a minha nova viagem em novembro, começando por Santa Rosa, o “c” do mundo, como você bem descreveu e terminando em Chiclayo, norte do Peru.
      Tudo muito bacana, já sei que em Iquitos vou andar bastante de tuk-tuk. Assim como você, gosto muito de escrever e também me interesso bastante por fotografias e filmagens, apesar de não ser profissional. Vale muito a pena assistir o filme “Strangers Things”, embora bastante longo, pois é temporada com mais de dez capítulos. Estou começando a assistir Fitzcarraldo no Youtub. É bastante longo, mais de duas horas. Disseram-me para assistir também ” Pantaleão e as Visitadoras” (tudo a ver com Iquitos). Comprei o livro para ler na viagem.
      Algumas perguntinhas, se fizer a gentileza de responder, agradeço de antemão:

      1) O que vem a ser “airbnb”? Procurei no dicionário de inglês e não encontrei.

      2) Onde foi tirada essa foto em que você aparece, são as ruínas que se encontram no centro de Lima?
      3) Você fez compras em Iquitos? Existem lojas de eletroeletrônicos e perfumarias? Vale a pena comprar?

      • Oi, Humberto. =)
        Fico muito feliz de você ser leitor do blog. Fiquei curiosa…como você descobriu o Diva de Mochila?

        O filme “Fitzcarraldo” é realmente muito grande, e existe ainda um documentário sobre o filme que é mais insano ainda..rs
        Obrigada pela dica do Stranger Things, vou dar uma olhada. Preciso ler o “Pantaleão e as Visitadoras”, muito bem lembrado. =)

        Sobre as suas perguntas, vamos lá:

        1. Airbnb é o nome de um site de hospedagem que funciona de um jeito diferente. As pessoas (comuns como eu e você) podem botar suas casas para alugar como se fossem hotéis, através desse site. Pode ser a casa toda, ou só um quarto. A vantagem é que pode ser mais barato que hotel e dependendo do tempo de permanência, ter cozinha e máquina de lavar faz toda a diferença. Eu fiz um post só sobre hospedagem onde dou dicas de como usar da melhor forma o Airbnb e o Booking. Aqui o link: http://divademochila.com.br/2016/04/06/escolhendo-hospedagem/

        2. Sim, essa foto foi tirada lá na Huaca Pucllana, em Lima. Soube depois que dava pra visitar a ruína a noite também…mas perdi a chance. Fica pra próxima. Por sinal, hoje ainda, vou soltar o post sobre Lima. 😉

        3. Não fiz compras em Iquitos não. No Centro, onde ficamos não vi nada de lojas de eletrodomésticos e perfumaria. O que você procura exatamente?

        Qualquer outra pergunta, só me falar.

    • Humberto Antonio Siqueira

      Tenho a impressão de que você deve estar viajando no momento. Perguntei sobre “airbnb”, mas no youtube encontrei a resposta. Ainda não conhecia sobre casas para viajantes, com todas as acomodações e que se podia fazer reserva pela internet. Bem legal mesmo. No próximo dia 16 estarei partindo de Manaus, onde moro, para Tabatinga, com minha esposa, onde ela tem muitos parentes (coisa de amazonense). Seguiremos três dias depois de lancha (Golfinho), US$65,00, até Iquitos. Depois de dois dias iremos para Lima, pela Star Peru e cinco dias depois para Chiclayo, casa de uma sobrinha. Faremos uma bate-volta a Trujillo e Chachapoyas (Kuelap e Gocta). Gostaria de escrever minhas aventuras posteriormente no seu blog. Você permite?
      Grande abraço e parabéns!

      • Em tempo, segue a resposta que eu tinha enviado, veja se agora aparece, por favor. =)

        “Oi, Humberto. =)

        Fico muito feliz de você ser leitor do blog. Fiquei curiosa…como você descobriu o Diva de Mochila?

        O filme “Fitzcarraldo” é realmente muito grande, e existe ainda um documentário sobre o filme que é mais insano ainda..rs

        Obrigada pela dica do Stranger Things, vou dar uma olhada. Preciso ler o “Pantaleão e as Visitadoras”, muito bem lembrado. =)

        Sobre as suas perguntas, vamos lá:

        1. Airbnb é o nome de um site de hospedagem que funciona de um jeito diferente. As pessoas (comuns como eu e você) podem botar suas casas para alugar como se fossem hotéis, através desse site. Pode ser a casa toda, ou só um quarto. A vantagem é que pode ser mais barato que hotel e dependendo do tempo de permanência, ter cozinha e máquina de lavar faz toda a diferença. Eu fiz um post só sobre hospedagem onde dou dicas de como usar da melhor forma o Airbnb e o Booking. Aqui o link: http://divademochila.com.br/2016/04/06/escolhendo-hospedagem/

        2. Sim, essa foto foi tirada lá na Huaca Pucllana, em Lima. Soube depois que dava pra visitar a ruína a noite também…mas perdi a chance. Fica pra próxima. Por sinal, hoje ainda, vou soltar o post sobre Lima.

        3. Não fiz compras em Iquitos não. No Centro, onde ficamos não vi nada de lojas de eletrodomésticos e perfumaria. O que você procura exatamente?

        Qualquer outra pergunta, só me falar.”

        Beijos. =)

    • Ah, fiquei super curiosa com essas ruínas de Kuelap. =)

      Vu querer saber tudo depois. Sobre o Airbnb, numa próxima viagem você testa. Mas em férias assim é até melhor hotel pra não se preocupar com café da manhã e descansar mais, né? =)
      Espero que você curta bastante a viagem e vou esperar suas aventuras.

      O post de Lima já está no ar, você chegou a ver? Aqui: http://divademochila.com.br/2016/10/26/lima-huacas-frio-compras/

      E qual seu nome no Instagram? =)

      Beijos

      • Humberto Antonio Siqueira

        humbertoantoniosiqueira é o meu nome no Instagram.
        Quando eu voltar de viagem, com certeza postarei alguma coisa, no intuito de ajudar aos viajantes. Vou ler agora o post sobre Lima. Abração.

    • Sandra

      Olá, estava navegando pelo site da Amazon quando vejo seu livro e a partir daí comecei a ler seu blog. A curiosidade veio pois faço parte de um grupo de corrida chamado Divas Runners, não que eu corra muito aliás atualmente nem corro quase nada mas ainda sou do grupo porque as meninas são ótimas! Enfim devido o nome Diva de mochila comecei a ler porque também sou quase uma mochileira e eis que vejo um monte de posts sobre o Peru, exatamente o país que tenho pesquisado pois uma de minhas próximas viagens será para lá.
      Adorei seus posts ao mesmo tempo muito informativos, ilustrativos e bem humorados. Também adooooro viajar de trem e acho que vou pegar essa dica do trem Puno-Cusco, não é barato mas para que trabalhar se não for para desfrutar as coisas boas que a vida oferece?
      Parabéns pelo seu trabalho, continue escrevendo para nos ajudar com suas preciosas dicas!
      Você sabe que mochileiro só pode ter 2 pares de sapato e um deles tem que estar no pé mas como você é Diva você pode carregar mais tá. Beijos

      • Olá, Sandra! Adorei seu comentário. <3
        Muito bem-vinda ao blog. Eu até tentei pegar o hábito de correr durante a viagem, mas não sou suuuuper disciplinada. rs
        Ah, que bom que os posts estão ajudando você. A viagem de trem é realmente incrível, é como você mesmo disse, temos que desfrutar as coisas boas da vida.

        Continuarei contando as aventuras da estrada. o/ Essa semana já saem os posts sobre o Equador. =)
        E estou refazendo a mochila…tentando dominuir de 5 pra 3 pares…hahahha Mas ainda não consegui. rs

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