Aracaju: a orla mais bonita do Brasil.
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Aracaju: a orla mais bonita do Brasil.

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Aracaju: a orla mais bonita do Brasil.

Essa é a frase que se lê quando chega a Aracaju. E descobri que sim ela é verdadeira.

Ainda não passei por toda a orla do Brasil…tem o Rio, a parte de praia de SP (Peruíbe, Praia Grande e Santos), depois veio Porto Seguro, Arraial D’Ajuda, Itacaré, Salvador…e agora Maceió. E até esse exatíssimo momento, Aracaju é a orla mais bonita que já vi. Na verdade, achei a cidade mais bacana do Nordeste. Gamei! Simples assim. rs

Gostei tanto da cidade que mal tenho fotos, só lembranças.

Conhecemos a parte do centro onde tem o mercado, que é gigante! E o cheiro dos temperos deixa a gente com vontade de sair de lá com um caminhão de coisas. Também passamos pelo Espaço Zé Peixe onde agora funciona um restaurante, o Tototó. O nome é por conta dos barcos, que por conseguinte têm esse nome pelo barulho que o motor faz. Já o Zé Peixe era um prático que ficou conhecido em Sergipe por não usar barco de apoio pra manobrar os barcos que chegavam na orla. Um prático é o cara que faz a manobra (pra literalmente estacionar) dos barcos e navios que estão atracando, geralmente os práticos usavam uma pequena embarcação para poder fazer isso, mas o Zé Peixe fazia tudo a nado. O prédio onde é o Tototó era o antigo porto.

O aroma de temperos do mercado é irresistível. #aracaju #Sergipe #mercado #food #rolezinpelomundo #divademochila

A photo posted by Margareth Vasconcellos (@margotchic) on

E de lá seguimos a caminhada e paramos na Praça Fausto Cardoso, seguimos mais um pouco e conhecemos o Museu da Gente Sergipana. É um museu que conta a história do povo de Sergipe e é tudo muito interativo, muito interessante. Vale visitar. Depois almoçamos na Carne de Sol do Ramiro, que G-Zuis! É um escândalo…a carne uma delícia, com manteiga de garrafa e todos os acompanhamentos…sem palavras!

Um dos taxistas que pegamos falou muito de tudo que o Deda fez pela cidade e como ele queria cobrir 100% com ciclovia, mas conseguiu cobrir 70% (o que é coisa pra caramba). A orla toda tem muito entretenimento…tem muitos parques pras crianças, quadras de tênis, skatepark, quadra de ginástica, tem o espaço do Projeto Tamar..e as pessoas aproveitam a orla. Todos os dias via pessoas praticando exercícios, sentadas nos bancos (tem um a cada metro praticamente), passeando com os cachorros etc. Eu também tratei de aproveitar:

Um dos lugares pouco falados e que queríamos conhecer é São Cristóvão. Lá foi a capital do Sergipe até 1855 e o Centro Cultural foi decretado patrimônio da humanidade pela Unesco. É bem próximo de Aracaju e pegamos um ônibus de linha da rodoviária velha até lá, foi menos de 1h de trajeto. Chegando lá já fomos recepcionados por um guia gente fina que nos mostrou a cidade. No fim, depois de passar por todos os lugares onde passamos, todos os lugares históricos são parecidos (uns por períodos próximos, outros pela mesma influência que sabemos historicamente). Então não dá pra dizer que tinham prédios muito diferentes. O que era diferente do que vi até agora é que existiam três igrejas, a dos brancos, dos pardos e dos negros. Uma parte interessante da visita por lá foi o Museu de Arte Sacra. Como era quinta-feira da semana santa, a cidade estava sendo preparada pra Procissão do Fogaréu então muitas coisas estavam fechadas. Em resumo: pra quem estiver em Aracaju, dê uma passada em São Cristóvão, é perto e é bacana de conhecer a história.

São Cristóvão, o lado B de Sergipe. #igreja #church #rolezinpelomundo #divademochila #sergipe

A photo posted by Margareth Vasconcellos (@margotchic) on

No sábado, um dia antes de irmos embora, separamos o dia pra fazer o passeio até Canindé do Xingó, onde tem o cânion. O quarto maior do mundo e o maior navegável da América Latina. O cânion é bonito? É sim! O passeio é legal? Assim…a gente deu bobeira e acabou indo num sábado de feriadão (bem antes do domingo de Páscoa) então tava cheio pácaceta! Se tivéssemos ido durante a semana acho que aproveitaríamos mais. Em um ponto mais ao final do percurso o catamarã pára pra mergulho, só que é uma “piscina” de rede de 5 metros…e tinham 3 catamarãs parados quando chegamos, então nem me animei de entrar na água porque não tinha espaço…rs

De Aracaju até Canindé são 3h de viagem e pegamos o ônibus de uma agência de turismo. Todas as agências fazem o passeio e o preço é basicamente o mesmo: R$80 do transporte, R$90 do catamarã e R$38 o almoço.
Em resumo o lugar é bonito e entrar nas água do Velho Chico é uma experiência bacana, mas o passeio em si é cansativo. São 3h de ônibus, mais 1h de catamarã, ele pára e fica 1h pras pessoas mergulharem e quem quiser pegar o barquinho pra seguir até o finalzinho do cânion (custa R$10 por pessoa e foi a minha parte preferida do passeio, mas se deixassem fazer a nado seria muito mais legal) depois 1h pra voltar até o local onde tem o almoço, com uma baaaaita fila…e mais 3h de ônibus. rs

Acho que em baixa temporada e fora de feriado deve ser bem mais bacana.

E então, acabou-se Aracaju. Gostei da cidade, aproveitei a orla pra correr e fazer exercícios na praça de ginástica, passeamos por ela a noite…um dia ficamos de butuca na ponta perto do farol esperando a lua nascer…foi realmente um lugar incrível. Volto fácil!

Próxima parada: Maceió.
P.S.: Um SPOILER…a orla não é mais bonita que Aracaju.

Cidade histórica

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    Margot

    Quando minha vida saiu dos trilhos percebi que podia ir pra qualquer lugar. Virei mochileira depois dos 30 e criei o blog pra contar sobre essa aventura.

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